quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Por que os gatos gostam de espaços apertados?


Curiosidades sobre gatos habitam a mente humana. Questionamentos do tipo
como vivem os gatos? Como se reproduzem os gatos? Qual é a alimentação dos gatos? Como é a reprodução dos gatos?

Por que os gatos gostam de espaços apertados?


Gato
By Pixabay ThePixelMan

*Nicholas Dodman

Em muitas fotos e vídeos que circulam nas redes sociais as pessoas se espantam com gatos que parecem compelidos a ficarem em espaços marcados com fita no chão. Curiosamente gatos escalam caixas de papelão, malas, pias, caixotes de plástico, armários e até mesmo vasos grandes.

Por que você acha que ela faz isso? Esta é a questão. É um fato da vida que os gatos gostam de se espremerem em pequenos espaços onde eles se sentem muito mais seguro. Em vez de estarem expostos ao clamor e um possível perigo de amplos espaços abertos, parece que o gato prefere se acomodar em áreas menores e mais claramente delineados.  Eles procuram se aconchegar com seus companheiros mãe e irmãos, sentindo o calor e contato suave, um tipo de comportamento. 

Segundo o Vetrinário Nicholas Dodman o contato próximo com o interior da caixa, acreditamos, libera endorfinas - próprias substâncias semelhantes à morfina da natureza - causando prazer e reduzir o estresse. O pesquisador lembra que "juntamente com Temple Grandin, pesquisamos o efeito reconfortante de “pressão lateral.” Verificou-se que a droga de naltrexona, que neutraliza endorfinas, inverteu o efeito da compressão suave soporífico de porcos".

Ás vezes percebemos que alguns gatos fazem ninhos - pequenas e discretas áreas onde dão à luz e fornecem um santuário para seus gatinhos.  Para o veterinário "nenhum comportamento é inteiramente exclusivo para qualquer sexo em particular, seja castrado ou não. Pequenos espaços estão no repertório comportamental dos gatos e geralmente são bons (exceto “gaiolas” é claro, que tem conotações negativas - como passeios de carro ou uma visita ao veterinário)."

Referências:
Nicholas Dodman, Professor Emeritus of Behavioral Pharmacology and Animal Behavior, Cummings School of Veterinary Medicine, Tufts University

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Notificação Compulsória de Doenças da Cidade

Algo de extrema importância na gestão da saúde da sua cidade é o controle de doenças. Em alguns casos a informação sobre a circulação de um determinado agente causador de uma doença é importante para evitar o aumento de casos na cidade.



Notificação Compulsória de Doenças da Cidade


Nesta postagem trouxemos a determinação da Lei 6.259/75 sobre notificação compulsória de doenças. A Lei em questão dispõe sobre a organização das ações de Vigilância Epidemiológica, sobre o Programa Nacional de Imunizações, estabelece normas relativas à notificação compulsória de doenças, e dá outras providências. Vejamos o que a lei determinou sobre o tema, sem prejuízos de outras leis esparsas.

hospital


Quais são os casos de notificação compulsória?

Lei 6.259/75 Art 7º São de notificação compulsória às autoridades sanitárias os casos suspeitos ou confirmados:

I - de doenças que podem implicar medidas de isolamento ou quarentena, de acordo com o Regulamento Sanitário Internacional.

II - de doenças constantes de relação elaborada pelo Ministério da Saúde, para cada Unidade da Federação, a ser atualizada periodicamente.

§ 1º Na relação de doenças de que trata o inciso II deste artigo será incluído item para casos de "agravo inusitado à saúde".

§ 2º O Ministério da Saúde poderá exigir dos Serviços de Saúde a notificação negativa da ocorrência de doenças constantes da relação de que tratam os itens I e II deste artigo.

Art 8º É dever de todo cidadão comunicar à autoridade sanitária local a ocorrência de fato, comprovado ou presumível, de caso de doença transmissível, sendo obrigatória a médicos e outros profissionais de saúde no exercício da profissão, bem como aos responsáveis por organizações e estabelecimentos públicos e particulares de saúde e ensino a notificação de casos suspeitos ou confirmados das doenças relacionadas em conformidade com o artigo 7º.

Art 9º A autoridade sanitária proporcionará as facilidades ao processo de notificação compulsória, para o fiel cumprimento desta Lei.

Art 10. A notificação compulsória de casos de doenças tem caráter sigiloso, obrigando nesse sentido as autoridades sanitárias que a tenham recebido.

Parágrafo único. A identificação do paciente de doenças referidas neste artigo, fora do âmbito médico sanitário, somente poderá efetivar-se, em caráter excepcional, em caso de grande risco à comunidade a juízo da autoridade sanitária e com conhecimento prévio do paciente ou do seu responsável.

Art 11. Recebida a notificação, a autoridade sanitária é obrigada a proceder à investigação epidemiológica pertinente para elucidação do diagnóstico e averiguação da disseminação da doença na população sob o risco.

Parágrafo único. A autoridade poderá exigir e executar investigações, inquéritos e levantamentos epidemiológicos junto a indivíduos e a grupos populacionais determinados, sempre que julgar oportuno visando à proteção da saúde pública.

Art 12. Em decorrência dos resultados, parciais ou finais, das investigações, dos inquéritos ou levantamentos epidemiológicos de que tratam o artigo 11 e seu parágrafo único, a autoridade sanitária fica obrigada a adotar, prontamente, as medidas indicadas para o controle da doença, no que concerne a indivíduos, grupos populacionais e ambiente.

Art 13. As pessoas físicas e as entidades públicas ou privadas, abrangidas pelas medidas referidas no artigo 12, ficam sujeitas ao controle determinado pela autoridade sanitária.

Fonte:

BRASIL. Lei 6.259/75 Vigilância Epidemiológica. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L6259.htm Acessado em 29/09/2017

 
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João 3 16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.